terça-feira, junho 22, 2010
dia do quadrante solar
Coincidindo com o Solestício de Verão comemora-se o Dia do Relógio de Sol, tal como vem referenciado em O Verdadeiro Almanaque BORDA D’ÁGUA para o ano comum.
Os fundamentos do funcionamento dos relógios de sol baseiam-se no movimento aparente do Sol pela abóbada celeste e na correspondente deslocação da sombra produzida pelo efeito da sua incidência numa haste ou numa estrutura saliente designada por gnómon.
A projecção da sombra quando efectuada sobre um plano devidamente graduado, o mostrador, permite efectuar a leitura e determinação da hora do dia. Tem a designação de dia solar verdadeiro o tempo que medeia entre duas passagens sucessivas do sol pelo meridiano do local considerado, raramente coincidindo com as horas medidas pelos contadores de tempo.
São três os factores que determinam as diferenças verificadas entre as horas indicadas pelos relógios de sol e as que são medidas pelos contadores mecânicos de tempo:
a) A alteração fictícia que introduzimos ao considerar hora de Verão e hora de Inverno. Quando estivermos na hora de Verão deveremos adicionar uma hora à indicada pelo relógio de sol;
b) A hora indicada pelo relógio de sol deve ser corrigida de acordo com o meridiano de referência do fuso horário em que nos encontramos;
c) O dia solar verdadeiro difere do dia solar médio com pequenas oscilações ao longo do ano, devido à obliquidade da eclíptica e da variação do movimento aparente do Sol pela abóbada celeste, decorrente da elipticidade do movimento de translação da Terra.
A marcação horária determina que cada hora corresponde a 15 graus, logo 4 minutos é o equivalente a 1 grau. Como a cidade de Lisboa tem a longitude de 9 graus Oeste, teremos que adicionar 36 minutos à hora dada pelo relógio de Sol.
Os fundamentos do funcionamento dos relógios de sol baseiam-se no movimento aparente do Sol pela abóbada celeste e na correspondente deslocação da sombra produzida pelo efeito da sua incidência numa haste ou numa estrutura saliente designada por gnómon.
A projecção da sombra quando efectuada sobre um plano devidamente graduado, o mostrador, permite efectuar a leitura e determinação da hora do dia. Tem a designação de dia solar verdadeiro o tempo que medeia entre duas passagens sucessivas do sol pelo meridiano do local considerado, raramente coincidindo com as horas medidas pelos contadores de tempo.
São três os factores que determinam as diferenças verificadas entre as horas indicadas pelos relógios de sol e as que são medidas pelos contadores mecânicos de tempo:
a) A alteração fictícia que introduzimos ao considerar hora de Verão e hora de Inverno. Quando estivermos na hora de Verão deveremos adicionar uma hora à indicada pelo relógio de sol;
b) A hora indicada pelo relógio de sol deve ser corrigida de acordo com o meridiano de referência do fuso horário em que nos encontramos;
c) O dia solar verdadeiro difere do dia solar médio com pequenas oscilações ao longo do ano, devido à obliquidade da eclíptica e da variação do movimento aparente do Sol pela abóbada celeste, decorrente da elipticidade do movimento de translação da Terra.
A marcação horária determina que cada hora corresponde a 15 graus, logo 4 minutos é o equivalente a 1 grau. Como a cidade de Lisboa tem a longitude de 9 graus Oeste, teremos que adicionar 36 minutos à hora dada pelo relógio de Sol.
Etiquetas: dias, relógio de sol
segunda-feira, maio 03, 2010
que brilhe igual para todos
Com origem no Programa das Nações Unidas para o Ambiente foi o dia 3 de Maio de cada ano considerado o DIA DO SOL.
O SOL é, praticamente, a única fonte de energia para o planeta Terra que gira na sua órbita a uma distância média de cerca de 150 milhões de quilómetros, sendo a estrela mais próxima do nosso planeta. A segunda mais próxima é a estrela Centauri, situada a cerca de 40 triliões de quilómetros de distância de nós!!!!!
Sem o SOL não haveria vida no planeta Terra. Todos os combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, embora sejam consideradas fontes de energia, também são produtos da captação e armazenamento da luz solar em plantas, algas e animais há milhões de anos atrás. O SOL é igualmente responsável pelo processo de evaporação, o qual dá origem ao reabastecimento dos rios e dos lagos que desaguam nos mares.
O raiar diário do SOL provoca nos seres humanos sentires positivos, o renovar da vida, a esperança e o optimismo… O movimento do SOL (aparente que seja), sempre despertou a curiosidade do ser humano, levando-o a ter a noção de movimento, de espaço e de tempo.
O SOL é, praticamente, a única fonte de energia para o planeta Terra que gira na sua órbita a uma distância média de cerca de 150 milhões de quilómetros, sendo a estrela mais próxima do nosso planeta. A segunda mais próxima é a estrela Centauri, situada a cerca de 40 triliões de quilómetros de distância de nós!!!!!
Sem o SOL não haveria vida no planeta Terra. Todos os combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, embora sejam consideradas fontes de energia, também são produtos da captação e armazenamento da luz solar em plantas, algas e animais há milhões de anos atrás. O SOL é igualmente responsável pelo processo de evaporação, o qual dá origem ao reabastecimento dos rios e dos lagos que desaguam nos mares.
O raiar diário do SOL provoca nos seres humanos sentires positivos, o renovar da vida, a esperança e o optimismo… O movimento do SOL (aparente que seja), sempre despertou a curiosidade do ser humano, levando-o a ter a noção de movimento, de espaço e de tempo.
quarta-feira, abril 14, 2010
no café
Sentado à mesa do café,
A do fundo,
A do costume...
Deixo espraiar o meu olhar
Ausente
Mergulhado na vida já vivida...
Encontro olhos de mar,
Boca de carmim,
Que lhe disse: _Dá-me lume?
Encontrei abrigo,
Afecto,
Na cumplicidade que julgava há muito perdida.
A do fundo,
A do costume...
Deixo espraiar o meu olhar
Ausente
Mergulhado na vida já vivida...
Encontro olhos de mar,
Boca de carmim,
Que lhe disse: _Dá-me lume?
Encontrei abrigo,
Afecto,
Na cumplicidade que julgava há muito perdida.
Etiquetas: cafés, dias, poesia
quinta-feira, abril 01, 2010
e o mentiroso sou eu...
Será que tal como em relação a outras temáticas deveremos considerar “todos os dias do ano são Dia das Mentiras”? Pelo constante logro em que os cidadãos são induzidos nas palavras e actos dos governantes deste País tal não estaria muito fora da razão.
Muitas são as origens apontadas para que o dia 1 de Abril há muito seja considerado o Dia das Mentiras. Uma delas tem origem em França onde desde o século XVI o Ano Novo era festejado entre os dias 25 de Março e 1 de Abril, coincidindo com a chegada da Primavera.
Quando em 1564 o rei Carlos IX de França adoptou o Calendário Gregoriano determinou que o Ano Novo passasse a ter início no dia 1 de Janeiro o que desagradou a muitos franceses que continuaram a seguir o calendário antigo, isto é, considerarem o primeiro dia do ano o dia 1 de Abril. A partir daí passaram a ridicularizar este facto tendo o costume de enviar presentes estranhos nessa data, que mais tarde veio a descambar em mentiras.
Durante muito tempo os jornais diários e as emissoras de radiodifusão, criaram o hábito de dissimuladamente publicarem uma notícia falsa, mentira essa que viria a ser desmentida no dia seguinte. Com o advento da televisão, também este meio de comunicação social passou a usar do mesmo costume.
Nos tempos correntes a mentira e a meia verdade entraram nos hábitos correntes dos políticos, dos órgãos de comunicação social, da sociedade em geral. E se alguma vez o desmentido chega, é sempre na forma de uma mentira ainda maior.
Que maior mentira poderia ser dita hoje a população de todo o Mundo do que fazerem crer, os políticos e os órgãos de informação que os apoiam, que os 20 mais poderosos países pretendem resolver os problemas dos mais carenciados, dos milhões em todo o mundo que vivem de fome real?
Estão a analisar, isso sim, qual a alternativa possível à tremenda crise que o sistema capitalista atravessa. Será sempre uma alternativa temporária, pois um sistema que vive fundamentalmente da especulação financeira está, obviamente, condenado.
Muitas são as origens apontadas para que o dia 1 de Abril há muito seja considerado o Dia das Mentiras. Uma delas tem origem em França onde desde o século XVI o Ano Novo era festejado entre os dias 25 de Março e 1 de Abril, coincidindo com a chegada da Primavera.
Quando em 1564 o rei Carlos IX de França adoptou o Calendário Gregoriano determinou que o Ano Novo passasse a ter início no dia 1 de Janeiro o que desagradou a muitos franceses que continuaram a seguir o calendário antigo, isto é, considerarem o primeiro dia do ano o dia 1 de Abril. A partir daí passaram a ridicularizar este facto tendo o costume de enviar presentes estranhos nessa data, que mais tarde veio a descambar em mentiras.
Durante muito tempo os jornais diários e as emissoras de radiodifusão, criaram o hábito de dissimuladamente publicarem uma notícia falsa, mentira essa que viria a ser desmentida no dia seguinte. Com o advento da televisão, também este meio de comunicação social passou a usar do mesmo costume.
Nos tempos correntes a mentira e a meia verdade entraram nos hábitos correntes dos políticos, dos órgãos de comunicação social, da sociedade em geral. E se alguma vez o desmentido chega, é sempre na forma de uma mentira ainda maior.
Que maior mentira poderia ser dita hoje a população de todo o Mundo do que fazerem crer, os políticos e os órgãos de informação que os apoiam, que os 20 mais poderosos países pretendem resolver os problemas dos mais carenciados, dos milhões em todo o mundo que vivem de fome real?
Estão a analisar, isso sim, qual a alternativa possível à tremenda crise que o sistema capitalista atravessa. Será sempre uma alternativa temporária, pois um sistema que vive fundamentalmente da especulação financeira está, obviamente, condenado.
Etiquetas: dias
quinta-feira, outubro 01, 2009
águas há muitas...
Muito recentemente teci alguns comentários sobre a acção desempenhada pelo Brasil na defesa das suas reservas aquíferas, aliás, consideradas as maiores do Mundo:
“O Brasil é hoje, do mesmo modo, o forte motor dinamizador da defesa universal das reservas aquíferas. O Brasil que possui a mais importante reserva de água do Mundo dá o exemplo para o problema da falta de água que afecta mais de dois terços da população mundial.”
”Está a tomar medidas importantes para evitar a crescente poluição das águas dos rios e o desperdício, fundamentalmente, na agricultura seguindo os objectivos da Conferência do Rio 1992, visando o desenvolvimento sustentável, assente nas preocupações da dimensão ecológica e social e também do conhecimento e da inovação.”
Também em Portugal, à sua dimensão, muitos municípios estas a procurar dinamizar actuações destinadas a proteger tão importante quanto escasso meio natural.
Curiosamente “águas há muitas...” (1)
Água canalizada
Geralmente a água é composta por magnésio, cálcio e, por vezes, também por cobre, zinco e ferro, entre outros oligoelementos. A água da torneira é, sem dúvida, a mais rica em sódio. Sendo potável, e submetida a tratamentos de eliminação de substâncias nocivas, pode normalmente ser bebida sem receio. Já existem no mercado bons filtros de torneira, que filtram quaisquer impurezas.
Água de nascente
Diferem muito consoante a sua origem. Consideram-se potáveis no seu estado natural e quimicamente puras, mas a sua taxa de mineralização não deve ultrapassar os dois gramas por litro. É por isso aconselhável a recolha de informação sobre a sua qualidade.
Águas minerais
Apresentam um teor em mineráveis muito variável. E algumas ultrapassam mesmo a taxa de mineralização comum no que toca a magnésio e flúor, pelo que, passado algum tempo de as consumirmos regularmente, podem provocar alguns problemas nos rins e nos dentes. Com os níveis de minerais existentes nas várias marcas de água podem ser bastante diferentes, de acordo com as suas fontes, o ideal será alternar a qualidade da água que ingerimos, não excluindo a água da torneira.
Água fervida
Em zonas em que não existe água potável convém lembrar que a água pode ser fervida – a forma mais segura de obter água potável. O líquido deve ser fervido durante um a três minutos para que as bactérias e os parasitas presentes na água sejam eliminados. Em países, cuja água canalizada levanta dúvidas quanto à sua potabilidade, devem preferir-se bebidas engarrafadas ou bebidas como o café e o chá, cuja água é necessariamente fervida. É ainda aconselhável a não utilização de gelo como refrescante de bebidas.
(1)crédito à revista XIS, de O Público
“O Brasil é hoje, do mesmo modo, o forte motor dinamizador da defesa universal das reservas aquíferas. O Brasil que possui a mais importante reserva de água do Mundo dá o exemplo para o problema da falta de água que afecta mais de dois terços da população mundial.”
”Está a tomar medidas importantes para evitar a crescente poluição das águas dos rios e o desperdício, fundamentalmente, na agricultura seguindo os objectivos da Conferência do Rio 1992, visando o desenvolvimento sustentável, assente nas preocupações da dimensão ecológica e social e também do conhecimento e da inovação.”
Também em Portugal, à sua dimensão, muitos municípios estas a procurar dinamizar actuações destinadas a proteger tão importante quanto escasso meio natural.
Curiosamente “águas há muitas...” (1)
Água canalizada
Geralmente a água é composta por magnésio, cálcio e, por vezes, também por cobre, zinco e ferro, entre outros oligoelementos. A água da torneira é, sem dúvida, a mais rica em sódio. Sendo potável, e submetida a tratamentos de eliminação de substâncias nocivas, pode normalmente ser bebida sem receio. Já existem no mercado bons filtros de torneira, que filtram quaisquer impurezas.
Água de nascente
Diferem muito consoante a sua origem. Consideram-se potáveis no seu estado natural e quimicamente puras, mas a sua taxa de mineralização não deve ultrapassar os dois gramas por litro. É por isso aconselhável a recolha de informação sobre a sua qualidade.
Águas minerais
Apresentam um teor em mineráveis muito variável. E algumas ultrapassam mesmo a taxa de mineralização comum no que toca a magnésio e flúor, pelo que, passado algum tempo de as consumirmos regularmente, podem provocar alguns problemas nos rins e nos dentes. Com os níveis de minerais existentes nas várias marcas de água podem ser bastante diferentes, de acordo com as suas fontes, o ideal será alternar a qualidade da água que ingerimos, não excluindo a água da torneira.
Água fervida
Em zonas em que não existe água potável convém lembrar que a água pode ser fervida – a forma mais segura de obter água potável. O líquido deve ser fervido durante um a três minutos para que as bactérias e os parasitas presentes na água sejam eliminados. Em países, cuja água canalizada levanta dúvidas quanto à sua potabilidade, devem preferir-se bebidas engarrafadas ou bebidas como o café e o chá, cuja água é necessariamente fervida. É ainda aconselhável a não utilização de gelo como refrescante de bebidas.
(1)crédito à revista XIS, de O Público
terça-feira, abril 01, 2008
de mentira em mentira
Será que tal como em relação a outras temáticas deveremos considerar “todos os dias do ano são Dia das Mentiras”? Pelo constante logro em que os cidadãos são induzidos nas palavras e actos dos governantes deste País tal não estaria muito fora da razão.
Muitas são as origens apontadas para que o dia 1 de Abril há muito seja considerado o Dia das Mentiras. Uma delas tem origem em França onde desde o século XVI o Ano Novo era festejado entre os dias 25 de Março e 1 de Abril, coincidindo com a chegada da Primavera.
Quando em 1564 o rei Carlos IX de França adoptou o Calendário Gregoriano determinou que o Ano Novo passasse a ter início no dia 1 de Janeiro o que desagradou a muitos franceses que continuaram a seguir o calendário antigo. A partir daí passaram a ridicularizar este facto tendo o costume de enviar presentes estranhos nessa data, que mais tarde veio a descambar em mentiras.
Durante muito tempo os jornais diários e as emissoras de radiodifusão, criaram o hábito de dissimuladamente publicarem uma notícia falsa, mentira essa que viria a ser desmentida no dia seguinte. Com o advento da televisão, também este meio de comunicação social passou a usar do mesmo costume.
Nos tempos correntes a mentira e a meia verdade entraram nos hábitos correntes dos políticos, dos órgãos de comunicação social, da sociedade em geral. E se alguma vez o desmentido chega é sempre na forma de uma mentira ainda maior.
Hoje, dia 1 de Abril, é na tradição popular o Dia das Mentiras
Muitas são as origens apontadas para que o dia 1 de Abril há muito seja considerado o Dia das Mentiras. Uma delas tem origem em França onde desde o século XVI o Ano Novo era festejado entre os dias 25 de Março e 1 de Abril, coincidindo com a chegada da Primavera.
Quando em 1564 o rei Carlos IX de França adoptou o Calendário Gregoriano determinou que o Ano Novo passasse a ter início no dia 1 de Janeiro o que desagradou a muitos franceses que continuaram a seguir o calendário antigo. A partir daí passaram a ridicularizar este facto tendo o costume de enviar presentes estranhos nessa data, que mais tarde veio a descambar em mentiras.
Durante muito tempo os jornais diários e as emissoras de radiodifusão, criaram o hábito de dissimuladamente publicarem uma notícia falsa, mentira essa que viria a ser desmentida no dia seguinte. Com o advento da televisão, também este meio de comunicação social passou a usar do mesmo costume.
Nos tempos correntes a mentira e a meia verdade entraram nos hábitos correntes dos políticos, dos órgãos de comunicação social, da sociedade em geral. E se alguma vez o desmentido chega é sempre na forma de uma mentira ainda maior.
Hoje, dia 1 de Abril, é na tradição popular o Dia das Mentiras
sábado, março 22, 2008
águas há muitas...
Muito recentemente teci alguns comentários sobre a acção desempenhada pelo Brasil na defesa das suas reservas aquíferas, aliás, consideradas as maiores do Mundo:
“O Brasil é hoje, do mesmo modo, o forte motor dinamizador da defesa universal das reservas aquíferas. O Brasil que possui a mais importante reserva de água do Mundo dá o exemplo para o problema da falta de água que afecta mais de dois terços da população mundial.”
”Está a tomar medidas importantes para evitar a crescente poluição das águas dos rios e o desperdício, fundamentalmente, na agricultura seguindo os objectivos da Conferência do Rio 1992, visando o desenvolvimento sustentável, assente nas preocupações da dimensão ecológica e social e também do conhecimento e da inovação.”
Também em Portugal, à sua dimensão, muitos municípios estas a procurar dinamizar actuações destinadas a proteger tão importante quanto escasso meio natural.
Curiosamente “águas há muitas...” (1)
Água canalizada
Geralmente a água é composta por magnésio, cálcio e, por vezes, também por cobre, zinco e ferro, entre outros oligoelementos. A água da torneira é, sem dúvida, a mais rica em sódio. Sendo potável, e submetida a tratamentos de eliminação de substâncias nocivas, pode normalmente ser bebida sem receio. Já existem no mercado bons filtros de torneira, que filtram quaisquer impurezas.
Água de nascente
Diferem muito consoante a sua origem. Consideram-se potáveis no seu estado natural e quimicamente puras, mas a sua taxa de mineralização não deve ultrapassar os dois gramas por litro. É por isso aconselhável a recolha de informação sobre a sua qualidade.
Águas minerais
Apresentam um teor em mineráveis muito variável. E algumas ultrapassam mesmo a taxa de mineralização comum no que toca a magnésio e flúor, pelo que, passado algum tempo de as consumirmos regularmente, podem provocar alguns problemas nos rins e nos dentes. Com os níveis de minerais existentes nas várias marcas de água podem ser bastante diferentes, de acordo com as suas fontes, o ideal será alternar a qualidade da água que ingerimos, não excluindo a água da torneira.
Água fervida
Em zonas em que não existe água potável convém lembrar que a água pode ser fervida – a forma mais segura de obter água potável. O líquido deve ser fervido durante um a três minutos para que as bactérias e os parasitas presentes na água sejam eliminados. Em países, cuja água canalizada levanta dúvidas quanto à sua potabilidade, devem preferir-se bebidas engarrafadas ou bebidas como o café e o chá, cuja água é necessariamente fervida. É ainda aconselhável a não utilização de gelo como refrescante de bebidas.
(1) crédito à revista XIS, de O Público
“O Brasil é hoje, do mesmo modo, o forte motor dinamizador da defesa universal das reservas aquíferas. O Brasil que possui a mais importante reserva de água do Mundo dá o exemplo para o problema da falta de água que afecta mais de dois terços da população mundial.”
”Está a tomar medidas importantes para evitar a crescente poluição das águas dos rios e o desperdício, fundamentalmente, na agricultura seguindo os objectivos da Conferência do Rio 1992, visando o desenvolvimento sustentável, assente nas preocupações da dimensão ecológica e social e também do conhecimento e da inovação.”
Também em Portugal, à sua dimensão, muitos municípios estas a procurar dinamizar actuações destinadas a proteger tão importante quanto escasso meio natural.
Curiosamente “águas há muitas...” (1)
Água canalizada
Geralmente a água é composta por magnésio, cálcio e, por vezes, também por cobre, zinco e ferro, entre outros oligoelementos. A água da torneira é, sem dúvida, a mais rica em sódio. Sendo potável, e submetida a tratamentos de eliminação de substâncias nocivas, pode normalmente ser bebida sem receio. Já existem no mercado bons filtros de torneira, que filtram quaisquer impurezas.
Água de nascente
Diferem muito consoante a sua origem. Consideram-se potáveis no seu estado natural e quimicamente puras, mas a sua taxa de mineralização não deve ultrapassar os dois gramas por litro. É por isso aconselhável a recolha de informação sobre a sua qualidade.
Águas minerais
Apresentam um teor em mineráveis muito variável. E algumas ultrapassam mesmo a taxa de mineralização comum no que toca a magnésio e flúor, pelo que, passado algum tempo de as consumirmos regularmente, podem provocar alguns problemas nos rins e nos dentes. Com os níveis de minerais existentes nas várias marcas de água podem ser bastante diferentes, de acordo com as suas fontes, o ideal será alternar a qualidade da água que ingerimos, não excluindo a água da torneira.
Água fervida
Em zonas em que não existe água potável convém lembrar que a água pode ser fervida – a forma mais segura de obter água potável. O líquido deve ser fervido durante um a três minutos para que as bactérias e os parasitas presentes na água sejam eliminados. Em países, cuja água canalizada levanta dúvidas quanto à sua potabilidade, devem preferir-se bebidas engarrafadas ou bebidas como o café e o chá, cuja água é necessariamente fervida. É ainda aconselhável a não utilização de gelo como refrescante de bebidas.
(1) crédito à revista XIS, de O Público
Hoje é o Dia Mundial da Água, observado pelo Sistema das Nações Unidas
quinta-feira, maio 17, 2007
dia da espiga
tradição e cultura popular
A tradição resulta da memória colectiva de um Povo, autêntico património invisível que se transmite entre gerações e representa o mais elevado expoente da cultura popular. Aqui se deseja dar conta desse repositório
Quarenta dias depois da Páscoa comemora-se, no calendário cristão a Ascensão de Cristo, quinta-feira da Ascensão, no dizer popular Quinta-feira da Espiga. Na tradição, é tempo de ir aos campos colher uma ramo, em que a espiga de trigo é o elemento principal e que mais simbolismo contém.
Os ramos constituídos pelas espigas de trigo e por diversas flores silvestres e, em certas regiões, por um raminho de oliveira, simbolizam a fecundidade da terra e por ampliação do simbolismo, a abundância, a beleza, a paz, entre as pessoas e nos lares. O raminho do ano perdura dentro de casa até ser substituído pela “espiga” do ano seguinte.
Há quem atribua a sua origem a rituais do cristianismo antigo relacionados com a benção dos primeiros frutos do ano, mas como acontece em tantas situações semelhantes o mais provável é tratar-se da apropriação cristã de antigas tradições pagãs associadas às festas em honra da deusa Flora que ocorriam nesta época do ano.
Esta época do ano representou, desde os tempos mais remotos, um momento mágico da vivência das gentes, pelo que tem de desabrochar da vida, da revitalização vegetativa. Na ansiedade da concretização de boas colheitas do frutos resultado do eclodir primaveril.
Em tempos passados as populações dependiam totalmente das condições atmosféricas, para as quais poucas defesas possuíam, pelo que era com ansiedade que aguardavam os resultados das novas colheitas. Quando eram boas havia lugar a uma autêntica explosão de sentires.
Este é tempo de transição que teve o seu início no Equinócio da Primavera, e como todos os tempos de transição é tempo sagrado, pelo que é cheio de cerimoniais, de rituais, de festividades com as quais pretendiam os nossos antepassados remotos expulsar “definitivamente” o Inverno.
Durante séculos em todo o mundo mediterrâneo realizaram-se grandiosos festivais florais em que os jovens em idade casadoira se espalhavam pelos campos e, em alegre convívio cantavam e dançavam, e se enfeitavam com verduras e flores, num ritual ancestral de que o Dia da Espiga constitui, por certo, o seu herdeiro directo.
Poder-se-á dizer, então, que fazendo parte deste ciclo festivo da Primavera, a Quinta Feira da Ascensão, ou Quinta-feira da Espiga, corresponde à cristianização de uma sequência de festividades pagãs ligadas à celebração e consagração da natureza.
Em muitas regiões do País, especialmente no Sul, é festejado com tradição o “Dia da Espiga” com especial destaque para a Freguesia de Salir, no Concelho de Loulé, onde a festividade ganha foros de feriado local.
Simbologia do ramo da “espiga”:
Espiga de trigo – pão
Malmequer – oiro e prata
Papoila – Amor e vida
Oliveira – Azeite e Paz
Videira – Vinho e alegria
Alecrim – Saúde e força
Quarenta dias depois da Páscoa comemora-se, no calendário cristão a Ascensão de Cristo, quinta-feira da Ascensão, no dizer popular Quinta-feira da Espiga. Na tradição, é tempo de ir aos campos colher uma ramo, em que a espiga de trigo é o elemento principal e que mais simbolismo contém.
Os ramos constituídos pelas espigas de trigo e por diversas flores silvestres e, em certas regiões, por um raminho de oliveira, simbolizam a fecundidade da terra e por ampliação do simbolismo, a abundância, a beleza, a paz, entre as pessoas e nos lares. O raminho do ano perdura dentro de casa até ser substituído pela “espiga” do ano seguinte.
Há quem atribua a sua origem a rituais do cristianismo antigo relacionados com a benção dos primeiros frutos do ano, mas como acontece em tantas situações semelhantes o mais provável é tratar-se da apropriação cristã de antigas tradições pagãs associadas às festas em honra da deusa Flora que ocorriam nesta época do ano.
Esta época do ano representou, desde os tempos mais remotos, um momento mágico da vivência das gentes, pelo que tem de desabrochar da vida, da revitalização vegetativa. Na ansiedade da concretização de boas colheitas do frutos resultado do eclodir primaveril.
Em tempos passados as populações dependiam totalmente das condições atmosféricas, para as quais poucas defesas possuíam, pelo que era com ansiedade que aguardavam os resultados das novas colheitas. Quando eram boas havia lugar a uma autêntica explosão de sentires.
Este é tempo de transição que teve o seu início no Equinócio da Primavera, e como todos os tempos de transição é tempo sagrado, pelo que é cheio de cerimoniais, de rituais, de festividades com as quais pretendiam os nossos antepassados remotos expulsar “definitivamente” o Inverno.
Durante séculos em todo o mundo mediterrâneo realizaram-se grandiosos festivais florais em que os jovens em idade casadoira se espalhavam pelos campos e, em alegre convívio cantavam e dançavam, e se enfeitavam com verduras e flores, num ritual ancestral de que o Dia da Espiga constitui, por certo, o seu herdeiro directo.
Poder-se-á dizer, então, que fazendo parte deste ciclo festivo da Primavera, a Quinta Feira da Ascensão, ou Quinta-feira da Espiga, corresponde à cristianização de uma sequência de festividades pagãs ligadas à celebração e consagração da natureza.
Em muitas regiões do País, especialmente no Sul, é festejado com tradição o “Dia da Espiga” com especial destaque para a Freguesia de Salir, no Concelho de Loulé, onde a festividade ganha foros de feriado local.
Simbologia do ramo da “espiga”:
Espiga de trigo – pão
Malmequer – oiro e prata
Papoila – Amor e vida
Oliveira – Azeite e Paz
Videira – Vinho e alegria
Alecrim – Saúde e força
Etiquetas: dias, eventos, tradição
segunda-feira, abril 23, 2007
sant jordi dos namorados
Desço as Ramblas de Barcelona perdido no sonho imaginado de que poderei cruzar-me com a Faíza, a menina dos escritos do meu encantamento, com a Montse, corpo belo e cara angelical ou com a Marisa, uma mulher que me fez adorar as barcelonesas. Caminho sem pressas, a Diagonal que sempre cruzou a minha vida já ficou para trás e a estátua de Colón já ali de seguida com o Mediterrâneo à vista. Inalo o perfume único das buganvílias e das lindas mulheres com que me cruzo.
Hoje é um dia muito especial. Celebra-se Sant Jordi, o nosso São Jorge do castelo e dos dragões, que da Catalunha é o patrono e dos enamorados o protector. O dia em que os homens oferecem à sua mulher amada uma rosa. Tradição entre os namorados, o tempo tornou-a extensiva às filhas, às avós e às colegas. E, muito em especial, às amigas de verdade.As mulheres, contempladas com tão bela e ternurenta oferta, elas próprias maravilhosas rosas de um jardim imaginário, retribuem a rosa recebida com a oferta de um livro. Sensibilidade e cultura de mãos dadas.
Hoje é um dia muito especial. Celebra-se Sant Jordi, o nosso São Jorge do castelo e dos dragões, que da Catalunha é o patrono e dos enamorados o protector. O dia em que os homens oferecem à sua mulher amada uma rosa. Tradição entre os namorados, o tempo tornou-a extensiva às filhas, às avós e às colegas. E, muito em especial, às amigas de verdade.As mulheres, contempladas com tão bela e ternurenta oferta, elas próprias maravilhosas rosas de um jardim imaginário, retribuem a rosa recebida com a oferta de um livro. Sensibilidade e cultura de mãos dadas.

Hoje é o verdadeiro Dia dos Namorados, no seu mais sentido significado de “todos que se querem bem”, que se gostam, que se respeitam e que juntos caminham a vida, muitas vezes a milhares de quilómetros de distância.Aqui deixo uma rosa para a Teresa, minha mulher, para a minha comadre Mikah, para as queridas Montse, Marisa e Faíza , meus sentires na Catalunha, para o outro lado do mar, a Lualil, a Claudia, a Cathy, a Lígia e a Yonara, para a Alfonsina e a Lile, lá para os lados do Caribe, para a Lila que adora o lilás e para TODAS as minhas Amigas, para TODAS as Mulheres do Mundo, especialmente para as que sofrem as agruras das “civilizações”.
Em 1995 a UNESCO por proposta da Generalitat de Catalunya instituiu o dia 23 de Abril como Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
Etiquetas: catalunha, dias, eventos
domingo, abril 22, 2007
dia mundial da terra
Cada um de nós é um simples utilizador de um legado dos nosso antepassados, o planeta Terra, e temos a obrigação para manter as condições de vida para as gerações vindouras, pelo não temos qualquer direito de utilizar recursos naturais não renováveis, ou forçados a utilizá-los para a nossa subsistência deveremos fazê-lo com a maior parcimónia.
Para sensibilizar a população da Terra deste inequívoco desígnio foi instituído o Dia Mundial da Terra que se celebra a 22 de Abril de cada ano, desde 1970, e que deve ser procurar por sensibilizar as crianças, nas mãos de quem muito em breve estará entregue o destino do nosso planeta.
Julga-se que a Terra tenha cerca de 4,5 bilhões de anos de existência existindo para o seu surgimento várias teorias. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água.
Há cerca de 400 milhões de anos o planeta Terra era unicamente constituído por um continente, designado Pangéia, que por efeito do movimento lento das placas tectónicas de partiu em dois no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao Norte e a Godwana ao Sul. Há cerca de 60 milhões de anos a Terra assumiu a estrutura de continentes e mares que hoje conhecemos.
O relevo da Terra é resultante pela acção de diversos agentes físicos e químicos, como sejam os vulcões, os abalos sísmicos, os ventos e as chuvas, as marés, e a acção dos seres humanos, responsáveis pela sua formação, desgaste e modelação. O ponto mais alto da Terra é o Evereste no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar.
A população humana actual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a esperança de vida é de cerca de 65 anos nos países mais desenvolvidos.
Para sensibilizar a população da Terra deste inequívoco desígnio foi instituído o Dia Mundial da Terra que se celebra a 22 de Abril de cada ano, desde 1970, e que deve ser procurar por sensibilizar as crianças, nas mãos de quem muito em breve estará entregue o destino do nosso planeta.
Julga-se que a Terra tenha cerca de 4,5 bilhões de anos de existência existindo para o seu surgimento várias teorias. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água.
Há cerca de 400 milhões de anos o planeta Terra era unicamente constituído por um continente, designado Pangéia, que por efeito do movimento lento das placas tectónicas de partiu em dois no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao Norte e a Godwana ao Sul. Há cerca de 60 milhões de anos a Terra assumiu a estrutura de continentes e mares que hoje conhecemos.
O relevo da Terra é resultante pela acção de diversos agentes físicos e químicos, como sejam os vulcões, os abalos sísmicos, os ventos e as chuvas, as marés, e a acção dos seres humanos, responsáveis pela sua formação, desgaste e modelação. O ponto mais alto da Terra é o Evereste no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar.
A população humana actual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a esperança de vida é de cerca de 65 anos nos países mais desenvolvidos.





