quarta-feira, junho 09, 2010
lugar comum
Numa conversa de amigos veio à fala um lugar comum, contudo dito com sentimento. Por isso, aqui o partilho com os meus amigos:
Olho para trás e de nada me arrependo... estou feliz e tranquilo... sinto que ninguém prejudiquei na minha viagem... contudo, se pudesse voltar a tempos idos ia aproveitar para aprender mais.
Olho para trás e de nada me arrependo... estou feliz e tranquilo... sinto que ninguém prejudiquei na minha viagem... contudo, se pudesse voltar a tempos idos ia aproveitar para aprender mais.
Etiquetas: pensamentos
quarta-feira, dezembro 09, 2009
pensar o amor
Hoje, manhã cedo, eu diria “ao nascer da aurora”, vento fresco a fustigar meu rosto, uma réstia de Sol a “alevantar-se” a nascente, deu-me para pensar no amor. De amores e desamores é o Mundo construído, a sua face e o verso, mas o que verdadeiramente despertou os meus “profundos” pensamentos foi uma pequena folha de hera colhida no caramanchão sobranceiro à curva da vereda por onde caminho.
O amor se já por si é uma palavra difícil de interpretar, não o é menos o sentir que envolve. “Amor de mãe”, “amor filial”, “amor há só um”, “amor perfeito”, “amor à primeira vista”, “o amor é louco”, “amor à camisola”, “morrer de amores”, “fazer amor” e tantas outras aplicações na linguagem corrente e nos lugares comuns.
Vou consultar o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa... ah quanta erudição! Tendo como entrada a palavra amor:
“Predisposição da afectividade e da vontade, orientada para o objecto que a inspira, e é reconhecido como bem” ou então “Afeição profunda de uma pessoa por outra, de carácter passional e que, geralmente, implica atracção sexual” ou ainda “Sentimento intenso de afeição por alguém com quem se tem alguma afinidade ou empatia, podendo haver ou não laços de sangue”.
Na minha opinião, o amor contém e está contido na amizade. Por essa razão, a lógica linear do pensar tem a dificuldade maior de lhe dar uma definição concreta. O amor encontra o seu mais adequado terreno para germinar no muito querer e sentir. Com afecto, carinho e compreensão se alimenta o sentir, se fomenta o muito querer.
O amor se já por si é uma palavra difícil de interpretar, não o é menos o sentir que envolve. “Amor de mãe”, “amor filial”, “amor há só um”, “amor perfeito”, “amor à primeira vista”, “o amor é louco”, “amor à camisola”, “morrer de amores”, “fazer amor” e tantas outras aplicações na linguagem corrente e nos lugares comuns.
Vou consultar o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa... ah quanta erudição! Tendo como entrada a palavra amor:
“Predisposição da afectividade e da vontade, orientada para o objecto que a inspira, e é reconhecido como bem” ou então “Afeição profunda de uma pessoa por outra, de carácter passional e que, geralmente, implica atracção sexual” ou ainda “Sentimento intenso de afeição por alguém com quem se tem alguma afinidade ou empatia, podendo haver ou não laços de sangue”.
Na minha opinião, o amor contém e está contido na amizade. Por essa razão, a lógica linear do pensar tem a dificuldade maior de lhe dar uma definição concreta. O amor encontra o seu mais adequado terreno para germinar no muito querer e sentir. Com afecto, carinho e compreensão se alimenta o sentir, se fomenta o muito querer.
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quinta-feira, maio 08, 2008
um sorriso
quarta-feira, maio 07, 2008
uma lágrima
Por vezes sabe bem deixar cair uma lágrima...
...e melhor ainda quando há alguem que a ampara, (mesmo que seja em pensamento).
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quarta-feira, dezembro 19, 2007
lugar comum
Numa conversa de amigos veio à fala um lugar comum, contudo dito com sentimento. Por isso, aqui o partilho com os meus amigos:
Olho para trás e de nada me arrependo... estou feliz e tranquilo... sinto que ninguém prejudiquei na minha viagem... contudo, se pudesse voltar a tempos idos ia aproveitar para aprender mais.
Olho para trás e de nada me arrependo... estou feliz e tranquilo... sinto que ninguém prejudiquei na minha viagem... contudo, se pudesse voltar a tempos idos ia aproveitar para aprender mais.
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domingo, dezembro 02, 2007
li e escrevi
Existem palavras, simples palavras, que lidas em determinados circunstâncias despertam em nós inspirações que aparentemente podem com elas fazer contraponto.
Li “razão”
e escrevi:
Uma suave carícia, lenta, madura... que se transforma em paixão!
Um olhar doce, meigo, profundo... que se transforma em emoção!
Um mamilo erecto, sensível, uva... que se transforma em excitação!
Um gemido ténue, macio, veludo... que se transforma em tesão!
Li “inevitabilidade”
e escrevi:
A "inevitabilidade" não existe... quando a própria morte me parece "inverosímil"...
Li “Alentejo”
e escrevi:
Olhos castanhos, envolventes e profundos
Escondem segredos das terras quentes, sensuais
Iluminam sentires, indicam veredas, novos mundos
A quem deles se abeira, em sublimes rituais
Li “fraternidade”
e escrevi:
Na minha modesta opinião, ser fraterno é dar-se... dar uma palavra, dar atenção, dar o ombro, dar um caminho, dar uma luz. Esperar em troca somente a carícia de um sorriso...
Li “experimentar”
e escrevi:
Experimentar é caminho de descoberta
A audácia de ousar é ir mais longe do que o pensamento
Originalidade é desmediável querer
Ser igual é ser fraterno no reconhecimento
Da diferença
Li “esperança”
e escrevi:
O “Cavaleiro da Esperança” voa terras sem fim, voa mares e montanhas, é corajoso como o Marinheiro do meu querido mar, é arguto como o Fotógrafo das minhas caminhadas calçada acima... Transformará a utopia na mais profícua globalização... a globalização da Solidariedade.
Li “razão”
e escrevi:
Uma suave carícia, lenta, madura... que se transforma em paixão!
Um olhar doce, meigo, profundo... que se transforma em emoção!
Um mamilo erecto, sensível, uva... que se transforma em excitação!
Um gemido ténue, macio, veludo... que se transforma em tesão!
Li “inevitabilidade”
e escrevi:
A "inevitabilidade" não existe... quando a própria morte me parece "inverosímil"...
Li “Alentejo”
e escrevi:
Olhos castanhos, envolventes e profundos
Escondem segredos das terras quentes, sensuais
Iluminam sentires, indicam veredas, novos mundos
A quem deles se abeira, em sublimes rituais
Li “fraternidade”
e escrevi:
Na minha modesta opinião, ser fraterno é dar-se... dar uma palavra, dar atenção, dar o ombro, dar um caminho, dar uma luz. Esperar em troca somente a carícia de um sorriso...
Li “experimentar”
e escrevi:
Experimentar é caminho de descoberta
A audácia de ousar é ir mais longe do que o pensamento
Originalidade é desmediável querer
Ser igual é ser fraterno no reconhecimento
Da diferença
Li “esperança”
e escrevi:
O “Cavaleiro da Esperança” voa terras sem fim, voa mares e montanhas, é corajoso como o Marinheiro do meu querido mar, é arguto como o Fotógrafo das minhas caminhadas calçada acima... Transformará a utopia na mais profícua globalização... a globalização da Solidariedade.
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segunda-feira, junho 18, 2007
lugar comum
Numa conversa de amigos veio à fala um lugar comum, contudo dito com sentimento. Por isso, aqui o partilho com os meus amigos:
Olho para trás e de nada me arrependo... estou feliz e tranquilo... sinto que ninguém prejudiquei na minha viagem... contudo, se pudesse voltar a tempos idos ia aproveitar para aprender mais
Olho para trás e de nada me arrependo... estou feliz e tranquilo... sinto que ninguém prejudiquei na minha viagem... contudo, se pudesse voltar a tempos idos ia aproveitar para aprender mais
Etiquetas: pensamentos, pequenos textos





