domingo, maio 09, 2004
caminhando se faz caminho
Alguns apontamentos sobre pequenos percursos em que os sentidos são despertos para o Património Natural e Construído através das cores e dos odores, das estórias e das tradições, dos saberes e dos sentires. Venham connosco fazer este caminho...
de S. Torpes até Porto Covo e Ilha do Pessegueiro
Porque tomou S. Torpes esta designação não fui investigar, mas sempre me lembra St. Tropez, na Reviera Francesa. Daqui iniciámos a caminhada de hoje, após um delicioso repasto no restaurante Bom Petisco, sobranceiro ao mar, com saudades do velho “Mano Zé e Mana Bia”.

Percorrer a estrada municipal que vai sempre junto à costa, com acesso às praias por pequenos atalhos. Descobrem-se, então, recantos paradisíacos e de encantar. Aqui a Praia da Vieirinha, também conhecida por Pedra da Casca. Mais adiante outro recanto que os namorados procuram.

Local tranquilo, paradisíaco mesmo, é muito procurado por quem aprecia o contacto total com a Natureza. O mar azul e o prateado do espraiar das ondas na areia fazem esquecer a zona industrial existente ali tão perto.

As falésias dunares protegem as pequenas praias dos ventos dominantes, mas são igualmente lugares privilegiados para as flores campestres se desenvolverem em todo o seu esplendor. Grandes mantos florais ou pequenas flores isoladas deslumbram o nosso olhar e animam os nossos restantes sentires.

A Praia do Burrinho, de mar muito batido, “mar macho” como lhe chamam os pescadores, é o ideal para a pesca e para a prática do mergulho. Mas apela, igualmente, à meditação e à tranquila observação. Aqui e ali, o silêncio é cortado pelo som agudo dos guinchos das gaivotas nos seus voos rasantes à falésia.

Cantada e celebrizada pelo cantor rock português Rui Veloso, a Ilha do Pessegueiro, constitui com o castelo fronteiro situado na praia do mesmo nome um importante conjunto de arqueologia militar, cujas instalações defendiam em tempos idos as proximidades da costa portuguesa.

de S. Torpes até Porto Covo e Ilha do Pessegueiro
Porque tomou S. Torpes esta designação não fui investigar, mas sempre me lembra St. Tropez, na Reviera Francesa. Daqui iniciámos a caminhada de hoje, após um delicioso repasto no restaurante Bom Petisco, sobranceiro ao mar, com saudades do velho “Mano Zé e Mana Bia”.

Percorrer a estrada municipal que vai sempre junto à costa, com acesso às praias por pequenos atalhos. Descobrem-se, então, recantos paradisíacos e de encantar. Aqui a Praia da Vieirinha, também conhecida por Pedra da Casca. Mais adiante outro recanto que os namorados procuram.

Local tranquilo, paradisíaco mesmo, é muito procurado por quem aprecia o contacto total com a Natureza. O mar azul e o prateado do espraiar das ondas na areia fazem esquecer a zona industrial existente ali tão perto.

As falésias dunares protegem as pequenas praias dos ventos dominantes, mas são igualmente lugares privilegiados para as flores campestres se desenvolverem em todo o seu esplendor. Grandes mantos florais ou pequenas flores isoladas deslumbram o nosso olhar e animam os nossos restantes sentires.

A Praia do Burrinho, de mar muito batido, “mar macho” como lhe chamam os pescadores, é o ideal para a pesca e para a prática do mergulho. Mas apela, igualmente, à meditação e à tranquila observação. Aqui e ali, o silêncio é cortado pelo som agudo dos guinchos das gaivotas nos seus voos rasantes à falésia.

Cantada e celebrizada pelo cantor rock português Rui Veloso, a Ilha do Pessegueiro, constitui com o castelo fronteiro situado na praia do mesmo nome um importante conjunto de arqueologia militar, cujas instalações defendiam em tempos idos as proximidades da costa portuguesa.
