segunda-feira, setembro 27, 2004
imagens com memória
Do meu arquivo de fotografias a "preto e branco" selecionei e comentei imagens cuja memória desejo partilhar com quem visita a Oficina. Trata-se de uma outra forma de vasculhar o meu baú de recordações
Bailado

Duas barcaças momentaneamente abandonadas no rio Tejo pelos “ciganos do ri” que nelas vivem com suas famílias, praticamente, durante todo o ano. Lar, local de trabalho e de repouso, recolhem-se durante a noite sob os pontões, protegendo-se, assim, das intempéries climatéricas.
As gaivotas, adivinhando que por ali pode existir peixe ou crustáceos, executam seu bailado de alimentação, efectuando verdadeiros mergulhos nas águas do rio, imitando o seu primo mergulhão.
Estas gaivotas transformaram-se em autênticos seres domesticados, que vivem e acompanham estes pescadores, hoje chamaríamos “sem abrigo” que vivem todo o seu tempo no rio, dele dependem na sua subsistência, no seu viver.
Que o bailado continue...
Bailado

Duas barcaças momentaneamente abandonadas no rio Tejo pelos “ciganos do ri” que nelas vivem com suas famílias, praticamente, durante todo o ano. Lar, local de trabalho e de repouso, recolhem-se durante a noite sob os pontões, protegendo-se, assim, das intempéries climatéricas.
As gaivotas, adivinhando que por ali pode existir peixe ou crustáceos, executam seu bailado de alimentação, efectuando verdadeiros mergulhos nas águas do rio, imitando o seu primo mergulhão.
Estas gaivotas transformaram-se em autênticos seres domesticados, que vivem e acompanham estes pescadores, hoje chamaríamos “sem abrigo” que vivem todo o seu tempo no rio, dele dependem na sua subsistência, no seu viver.
Que o bailado continue...