sábado, abril 08, 2006
cuidados de saúde, tempo dois
A propósito da temática “Cuidados de Saúde em Portugal” escrevemos três sonetos correspondendo a três tempos poéticos desta problemática :
Passada a tenebrosa dos medos e do terror...
Quando o preço se tornou mais importante do que o valor...
O Povo tem a Esperança do querer em seu sentir...
Estes poemas tiveram a sua apresentação pública no decorrer da “I Feira da Saúde” organizada pela Junta de Freguesia de Charneca de Caparica. Publicamos hoje os segundo e terceiro desses sonetos:
Quando o preço se tornou mais importante do que o valor...
Num fim de tarde frio e tormentoso
Andava o Povo ocupado em seu labor
“Quem quer saúde paga!” assim soou a dor
De mordida traiçoeira de cão raivoso
A ganância, esse sentir tão odioso
Falou alto e retirou à saúde o seu valor
Transformou um direito em simples forjador
Do caminhar sem sentido e desditoso
Novos rumos das gentes em seu prosar
“Medicamentos a tomar só em metades”
“Cuidados de Saúde cada vez mais a pagar”
“Exames poucos, são novas as realidades”
“Para suas feridas sarar tem que esperar”
Quem tem posses é curado noutras cidades.
O Povo tem a Esperança do querer em seu sentir...
Um dia ao raiar da aurora transparente
Na Esperança traçou o Povo novos caminhos
Conversou com amigos e vizinhos
Sentiu a força do querer como antigamente
Exigiu ser tratado como gente
Voou alto, voou longe qual estorninho
E na leveza da branca flor de linho
Sentiu no peito a Esperança renascente
A saúde não é negócio, é um direito
Assim quis o Povo e assim será
Na defesa do ideal e do respeito
Na senda do caminho que o Povo tecerá
No tear do saber e a preceito
Uma vereda que o Sol percorrerá.
Passada a tenebrosa dos medos e do terror...
Quando o preço se tornou mais importante do que o valor...
O Povo tem a Esperança do querer em seu sentir...
Estes poemas tiveram a sua apresentação pública no decorrer da “I Feira da Saúde” organizada pela Junta de Freguesia de Charneca de Caparica. Publicamos hoje os segundo e terceiro desses sonetos:
Quando o preço se tornou mais importante do que o valor...
Num fim de tarde frio e tormentoso
Andava o Povo ocupado em seu labor
“Quem quer saúde paga!” assim soou a dor
De mordida traiçoeira de cão raivoso
A ganância, esse sentir tão odioso
Falou alto e retirou à saúde o seu valor
Transformou um direito em simples forjador
Do caminhar sem sentido e desditoso
Novos rumos das gentes em seu prosar
“Medicamentos a tomar só em metades”
“Cuidados de Saúde cada vez mais a pagar”
“Exames poucos, são novas as realidades”
“Para suas feridas sarar tem que esperar”
Quem tem posses é curado noutras cidades.
O Povo tem a Esperança do querer em seu sentir...
Um dia ao raiar da aurora transparente
Na Esperança traçou o Povo novos caminhos
Conversou com amigos e vizinhos
Sentiu a força do querer como antigamente
Exigiu ser tratado como gente
Voou alto, voou longe qual estorninho
E na leveza da branca flor de linho
Sentiu no peito a Esperança renascente
A saúde não é negócio, é um direito
Assim quis o Povo e assim será
Na defesa do ideal e do respeito
Na senda do caminho que o Povo tecerá
No tear do saber e a preceito
Uma vereda que o Sol percorrerá.
Comments:
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Querida Amiga Lila. Nem queira saber... uma deficiente manipulação do modelo levou a esta situação... (imperdoavél para um informático de carreira não ter backups adequados). Um beijinho.
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