domingo, dezembro 17, 2006
o aproveitar da água
Quando tanto se fala na escassez da água, na necessidade de preservar tão valioso bem e em medidas sofisticadas de poupar esse preciosos líquido, fomos encontrar, no Baixo Alentejo profundo, numa modesta aldeia, em tempos considerada a “aldeia mais portuguesa do Alentejo” uma engenhosa solução.
Solução dos idos anos 40, do século passado...
A água pública, de origem em nascente, chega à fonte de duas bicas cristalina, pura, muito fresca, num jorro imenso de precioso líquido, mesmo em pleno estio alentejano.
A população pode utilizá-la livre e gratuitamente, quer bebida no local quer transportada em bilhas e garrafões para a casas de habitação.

Logo que o reservatório primário enche a água excedente é canalizada para um reservatório situado na retaguarda do fontanário onde os animais podem livremente bebê-la.

O excedente é transportado através de um tubo de fuga directamente para reservatórios de rega

Ou por vaza de superfície para um tanque de rega.

Engenhosa solução esta a da Quinta das Faias, em Peroguarda, concelho de Ferreira do Alentejo, distrito de Beja
Solução dos idos anos 40, do século passado...
A água pública, de origem em nascente, chega à fonte de duas bicas cristalina, pura, muito fresca, num jorro imenso de precioso líquido, mesmo em pleno estio alentejano.
A população pode utilizá-la livre e gratuitamente, quer bebida no local quer transportada em bilhas e garrafões para a casas de habitação.

Logo que o reservatório primário enche a água excedente é canalizada para um reservatório situado na retaguarda do fontanário onde os animais podem livremente bebê-la.

O excedente é transportado através de um tubo de fuga directamente para reservatórios de rega

Ou por vaza de superfície para um tanque de rega.

Engenhosa solução esta a da Quinta das Faias, em Peroguarda, concelho de Ferreira do Alentejo, distrito de Beja