terça-feira, setembro 11, 2007
a morte da magia
espaço de poetar
Não sou poeta inspirado nem sequer sei construir rimas de espantar. Juntando algumas palavras , dando-lhe sentido e afecto, procuro nelas o encantamento
De súbito tomou o céu a cor de fogo
Voaram baixo as aves assustadas
Prenúncio de eminente tempestade
Que varre os campos, a mata, o areal.
Do Verão os sonhos se esvaíram
Como as ondas varrem os castelos
De areia construídos e tão frágeis
Como os desejos e quereres sentidos.
Na angústia da incerteza pelo devir
O olhar procura a luz no horizonte
Mas somente encontra total negrura
Perde-se a magia na voracidade do tempo
É o Outono do calendário e da vida
Frutos maduros e folhas secas e mortas.
De súbito tomou o céu a cor de fogo
Voaram baixo as aves assustadas
Prenúncio de eminente tempestade
Que varre os campos, a mata, o areal.
Do Verão os sonhos se esvaíram
Como as ondas varrem os castelos
De areia construídos e tão frágeis
Como os desejos e quereres sentidos.
Na angústia da incerteza pelo devir
O olhar procura a luz no horizonte
Mas somente encontra total negrura
Perde-se a magia na voracidade do tempo
É o Outono do calendário e da vida
Frutos maduros e folhas secas e mortas.
Etiquetas: poesia