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terça-feira, fevereiro 17, 2009

bill gates coleccionador?

Na primeira metade dos anos 90 do século passado era grande o entusiasmo à volta das tecnologias emergentes na informática, especialmente, no que concerne à microinformática, em que os construtores de micro-computadores apresentavam a cada seis meses evoluções profundas e as empresas que desenvolviam os sistemas de base e os operacionais mantinham um ritmo semelhante nas apresentações e novidades.

À época ainda a IBM estava profundamente envolvida na construção e comercialização do designado “hardware”, tendo anos depois abandonado essa área de negócio para a ICL, a Toshiba, a Compac e tantas outras. No que diz respeito aos sistemas, ao designado “software” já a Microsoft havia encetado a caminhada de êxito que hoje ainda se mantém.

Os utilizadores, esses eram os sofredores pois rapidamente viam os seus investimentos ultrapassados, muitas vezes não conseguindo a respectiva amortização mas com uma necessidade absoluta de “não perder o combóio” na medida em que as tecnologias da informação emergentes representavam já um importante contributo como vantagem de negócio.

A formação era imparável e determinante, as conferências, os congressos, os contactos internacionais multiplicavam-se. Nestas andanças e desandanças tive oportunidade, numa primeira fase de me cruzar, depois de conhecer e um dia de Abril de 1994 ter sentado à minha mesa num jantar que teve lugar no magnífico salão da Câmara Municipal de Viena de Áustria, o “big boss” da Microsoft, Bill Gates.

À conversa, naquela fase de “o que fazes?”, “o que gostas?”, “os passatempos preferido?” referi com o ar de aceitar o habitual tratamento de louco nestas circunstâncias que coleccionava pacotes de açúcar. Curiosamente, penso que as minhas palavras não caíram em saco roto, especialmente em quem tem uma visão rápida das pequenas coisas que podem ser importantes.

Passaram-se alguns meses....

Em Bournmouth, no sul da Inglaterra, realiza-se um importante encontro técnico da Microsoft, o TECH.ED/94 com a presença de novo de Bill Gates onde participei e esta surpresa...


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domingo, fevereiro 15, 2009

vício da coleccão

Coleccionar, juntar e encontrar elos de comunhão entre as peças sempre foi aliciante para o ser humano. O coleccionismo de pacotes de açúcar colocou esse anseio ao alcance de toda a gente. Os pacotes de açúcar dão rosto a pessoas e acontecimentos exemplares na solidariedade, no saber, na afectividade.

Sempre nos temos norteado por estes princípios, que há muito estabelecemos para nós próprios, no que concerne a coleccionar, procurando nessa actividade encontrar formas de enriquecimento próprio e de terceiros em partilha permanente.

Contrariamos o que muitos psicólogos afirmam em relação ao coleccionismo, pois não pretendemos ter peças de colecção que outros não tenham, antes praticar uma permuta e partilha permanente. Conhecer o valor de tudo e o preço de nada.

A propósito do “Vício da Coleccão” recebemos na Oficina das Ideias uma equipa de reportagem da SIC para darmos a nossa contribuição para o desenvolvimento jornalístico desse tema.

A nossa contribuição modesta pode ser vista na ligação VÍDEO não querendo deixar de salientar o alto profissionalismo e inteligência nas questões apresentadas pela a jornalista Rebeca Venâncio que tem o merecimento total do trabalho apresentado.

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