sexta-feira, abril 02, 2010
o soldadinho de chumbo
Faz hoje 205 anos que nasceu em Odense, na Dinamarca, Hans Christian Andersen. Filho de família modesta, o pai era sapateiro, veio a celebrizar-se como escritor de contos de fadas, muito embora tivesse escrito excelentes peças de teatro, canções patrióticas e muitos outros contos e histórias.

Imagem “Google” alusiva à comemoração do aniversário
Faz parte do nosso imaginário de sonhos contos como “O Patinho Feio”, “A Caixinha de Surpresas”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e tantos outros.
Uma das facetas menos conhecidas entre nós da vida de Hans Christian Andersen é o facto de ter sido um dos maiores viajantes do século XIX. A convite dos irmãos José e Jorge O’Neill viajou para Portugal onde permaneceu de 6 de Maio a 14 de Agosto de 1866. Visitou, além da cidade de Lisboa, Setúbal e a Arrábida, Aveiro, Coimbra e Sintra.
No espólio de Hans Christian Andersen existem diversas peças referentes a essa passagem por Portugal, como sejam um pedaço de cortiça levado de Setúbal, a conta das despesas da viagem e o passaporte com o carimbo da vinda a Portugal. Além disso, diversas cartas foram escritas para amigos seus com as impressões da viagem e enviadas de Portugal.
Hans Christian Andersen deixou o relato da viagem na sua obra “Uma Visita em Portugal em 1866” de onde extraiu um resumo que consta no seu livro autobiográfico “História da Minha Vida”.
Escreveu Hans Christian Andersen: “As janelas do meu quarto dão precisamente para […] uma parte do Vale de Alcântara, sobre o qual, de construção arrojada e grandiosa, com arcos de altura vertiginosa, se estende o grande aqueduto: “Os Arcos das Águas Livres”. […]”
Uma das facetas menos conhecidas entre nós da vida de Hans Christian Andersen é o facto de ter sido um dos maiores viajantes do século XIX. A convite dos irmãos José e Jorge O’Neill viajou para Portugal onde permaneceu de 6 de Maio a 14 de Agosto de 1866. Visitou, além da cidade de Lisboa, Setúbal e a Arrábida, Aveiro, Coimbra e Sintra.
No espólio de Hans Christian Andersen existem diversas peças referentes a essa passagem por Portugal, como sejam um pedaço de cortiça levado de Setúbal, a conta das despesas da viagem e o passaporte com o carimbo da vinda a Portugal. Além disso, diversas cartas foram escritas para amigos seus com as impressões da viagem e enviadas de Portugal.
Hans Christian Andersen deixou o relato da viagem na sua obra “Uma Visita em Portugal em 1866” de onde extraiu um resumo que consta no seu livro autobiográfico “História da Minha Vida”.
Escreveu Hans Christian Andersen: “As janelas do meu quarto dão precisamente para […] uma parte do Vale de Alcântara, sobre o qual, de construção arrojada e grandiosa, com arcos de altura vertiginosa, se estende o grande aqueduto: “Os Arcos das Águas Livres”. […]”

O Aqueduto das Águas Livres e o Vale de Alcântara
Para saber mais:
Wikipedia
Andersen em Portugal, por Silva Duarte
Wikipedia
Andersen em Portugal, por Silva Duarte
Etiquetas: gente e factos
Comments:
<< Home
Realmente livros que passam de geração em geração. Eu tive e todos leram e guardava-os religiosamente, mas a guerra...enfim!
Cá comprei para as filhas e agora são as netas que os têm.
Desconhecia o percurso de viajante e gostei de saber. Obrigado
Beijos
Cá comprei para as filhas e agora são as netas que os têm.
Desconhecia o percurso de viajante e gostei de saber. Obrigado
Beijos
Querida Fatyly
São histórias que não tem tempo... para o encantamento.
Esta estada em Portugal, que muitas pessoas saberiam, por mim, descobri agora e tratei de partilhar.
Beijinhos.
São histórias que não tem tempo... para o encantamento.
Esta estada em Portugal, que muitas pessoas saberiam, por mim, descobri agora e tratei de partilhar.
Beijinhos.
Que grande regresso à minha infância. Lembro-me bem dessas histórias. São realmente fruto desse grande talento que foi Hans Christian Andersen. Bjs
Enviar um comentário
<< Home