sábado, abril 17, 2010
o azul de piódão

entre agrestes serranias
a tradição festejada
gente que é dedicada
da cultura são vigias
uma aldeia de xisto: Piódão
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Etiquetas: caderno de viagens, piódão, postais
sábado, setembro 13, 2008
aldeia presépio

uma aldeia serrana de xisto preservada
uma visita que é um manancial de aprendizagem
da vida, das gentes, dos usos e dos costumes
Vista geral para a aldeia de Piódão, Encosta da Serra do Açor, Arganil - Portugal
Etiquetas: aldeias do xisto, piódão, tradição
sexta-feira, julho 13, 2007
capela da tradição

lugar devoto de tradição
contraste com o xisto envolvente
Capela de S. Pedro, Piódão, Aldeia de Xisto, Arganil - Portugal
Etiquetas: imaterial, património, piódão
quinta-feira, julho 12, 2007
agreste serrania

o xisto sempre presente
matéria-prima para construção de habitações
Piódão, Aldeia de Xisto, Serra do Açor, Arganil - Portugal
Etiquetas: piódão, serra do açor
quarta-feira, julho 11, 2007
portas de azul

conduzem a edificações ímpares
com suas portas azuis
Piódão, Aldeia de Xisto, Arganil - Portugal
segunda-feira, julho 09, 2007
marcas da história

do património
e da vivência das gentes
Aldeia de xisto de Piódão, Arganil - Portugal
terça-feira, julho 03, 2007
fonte dos algares

dessedenta gerações de gente rija
que percorrem o alcantilado da montanha
Fonte dos Algares (construída em 1939), Aldeia de Piódão, Arganil-Portugal
Etiquetas: imaterial, património, piódão
domingo, julho 01, 2007
de cinza e azul

o homem adaptado às circunstância
circunstância de si próprio
Casas de Xisto, Aldeia de Piódão, Arganil-Portugal
Etiquetas: piódão, tradição, xisto
terça-feira, junho 26, 2007
janela de guilhotina

cor da tradição da Aldeia
por ser tal como o céu?
Janela de guilhotina, Aldeia de Piódão, Arganil - Portugal
Etiquetas: janelas, piódão, tradição
segunda-feira, junho 25, 2007
porta azul céu

cor do céu como dizem os mais velhos
pequena cruz de "afasta trovoadas"
Porta tradicional, Aldeia de Piódão, Arganil - Portugal
Etiquetas: piódão, portas, tradição
cruzes afasta trovoadas
Viajar para a “Terras do Fim do Mundo” é viajar ao encontro do Portugal profundo, das gentes que mantém tradições ancestrais, que lutam por preservar as razões das suas existência “naquele lugar”. Foi com este espírito que viajámos para Piódão, aldeia beiiroa pertencente ao Concelho de Arganil e erigida no alcantilado xistoso da Serra do Açor.
“Aldeia Presépio” quando vista à noite, assim lhe chamam pela forma como foi construída as sabor do íngreme relevo das montanhas do Açor e animada com luminárias amareladas e bruxuleantes. Durante o dia a aldeia confunde-se em seus telhados de xisto com os envolventes maciços rochosos da Serra do Açor.
De entre os muitos valores do património imaterial desta aldeia tão ligada à vida comunitária registamos a colocação nas soleiras das portas de pequenas cruzes de “afasta trovoadas”.

Pequenas cruzes feitas com pedaços dos ramos de oliveira, que os fieis levam a benzer no Domingo de Ramos, são colocados em noites de tempestade sobre a soleiras ou as ombreiras das portas das habitações ou por cima do brasido das lareiras, sobre algumas folhas de louro, como protecção contra trovões e os raios, em invocação de Santa Barbara.
Contam os mais velhos que é da tradição no dia de Santa Cruz, a 3 de Maio, porem-se cruzes nos campos e nas portas pedindo a protecção a Santa Bárbara e ao Senhor, atendendo a que são frequentes nesta região as fortes trovoadas. Há quem defenda que tais cruzes são benzidas para que o sortilégio seja mais eficaz.
Acontece, e diz quem sabe, que realmente tais cruzes são bentas e atraem os benefícios celestes por serem feitas com os pauzinhos dos ramos de oliveira e com o louro que são benzidos em Domingo de Ramos.
No dia de S. Francisco de Assis, a 4 de Outubro, todos os Franciscos da região tem uma festa marcada, um encontro de todos os anos. Vêm de diversas regiões do país, muitos do estrangeiro, que sendo naturais da aldeia ou de terras vizinhas encontram-se para a Festa dos Franciscos.
“Aldeia Presépio” quando vista à noite, assim lhe chamam pela forma como foi construída as sabor do íngreme relevo das montanhas do Açor e animada com luminárias amareladas e bruxuleantes. Durante o dia a aldeia confunde-se em seus telhados de xisto com os envolventes maciços rochosos da Serra do Açor.
De entre os muitos valores do património imaterial desta aldeia tão ligada à vida comunitária registamos a colocação nas soleiras das portas de pequenas cruzes de “afasta trovoadas”.

Pequenas cruzes feitas com pedaços dos ramos de oliveira, que os fieis levam a benzer no Domingo de Ramos, são colocados em noites de tempestade sobre a soleiras ou as ombreiras das portas das habitações ou por cima do brasido das lareiras, sobre algumas folhas de louro, como protecção contra trovões e os raios, em invocação de Santa Barbara.
Contam os mais velhos que é da tradição no dia de Santa Cruz, a 3 de Maio, porem-se cruzes nos campos e nas portas pedindo a protecção a Santa Bárbara e ao Senhor, atendendo a que são frequentes nesta região as fortes trovoadas. Há quem defenda que tais cruzes são benzidas para que o sortilégio seja mais eficaz.
Acontece, e diz quem sabe, que realmente tais cruzes são bentas e atraem os benefícios celestes por serem feitas com os pauzinhos dos ramos de oliveira e com o louro que são benzidos em Domingo de Ramos.
No dia de S. Francisco de Assis, a 4 de Outubro, todos os Franciscos da região tem uma festa marcada, um encontro de todos os anos. Vêm de diversas regiões do país, muitos do estrangeiro, que sendo naturais da aldeia ou de terras vizinhas encontram-se para a Festa dos Franciscos.
A comemoração começa com uma missa às onze da manhã na pequena capela de S. Pedro, cuja imagem do padroeiro da aldeia surge em lugar de destaque no centro e por cima do pequeno altar, e segue com uma patuscada, onde não falta a chanfana de cabra velha, insubstituível iguaria da região em tempo de festar.
Etiquetas: imaterial, piódão, tradição





