sábado, setembro 20, 2008
na senda do “tempo de pedra” 4
na senda do “Tempo de Pedra”
O adro da igreja é o centro do universo nas pequenas aldeias. Lugar de conversa, de passar notícias e de aumentar um ponto a um conto, é sítio de mercar a jorna e de adquirir alguns pertences. É no adro da igreja que o tempo passa. Para contar o tempo que passa e para marcar o ritmo da vida existe o relógio de sol à vista de todo o Povo.
na Ermida de Nossa Senhora do Ó, em Carvoeira - Mafra
Esta ermida foi construída em terras afastadas da povoação, na confluência da ribeira de Cheleiros com o rio Lizandro, num vale profundo e junto a uma vetusta ponte. A sua traça é muito singela, não sendo por certo a original cuja data de construção se perdeu. Na fachada principal tem construída uma pequena galilé e na porta de acesso à ermida tem a data de 1830.
na Ermida de Nossa Senhora do Ó, em Carvoeira - Mafra
Esta ermida foi construída em terras afastadas da povoação, na confluência da ribeira de Cheleiros com o rio Lizandro, num vale profundo e junto a uma vetusta ponte. A sua traça é muito singela, não sendo por certo a original cuja data de construção se perdeu. Na fachada principal tem construída uma pequena galilé e na porta de acesso à ermida tem a data de 1830.

Tem um relógio de sol colocado no cunhal direito na parede lateral da citada galilé visível não só do terreno interior ao muro que rodeia a ermida como do caminho que atravessa a ponte e sobe na direcção de Mafra. Servia de orientação horária a quem percorria esse caminho que teve alguma importância nas comunicações locais.

O relógio de sol é constituído por um mostrador do tipo vertical talhado em pedra, com o gnómon triangular em ferro (que se encontra partido) e as marcações horárias são gravadas em numeração romana. Tem a data de 17 63. Adicionalmente apresenta um relógio vertical ocidental e relógio vertical oriental ambos com gnómons em ferro.

Para saber mais:
As Sombras do Tempo
Wikipédia
Observatório dos Relógios Históricos de Lisboa
Relógios de Sol, de Nuno Crato, Suzana Metello de Nápoles e Fernando Correia de Oliveira – edição CTTCorreios
Guia do Concelho de Mafra
“Tempo de Pedra” anteriores:
na Igreja de S. João Degolado, Terrugem, Sintra
na Igreja de S. João Baptista, S. João das Lampas, Sintra
na Capela de Santo António, Carvoeira, Mafra
As Sombras do Tempo
Wikipédia
Observatório dos Relógios Históricos de Lisboa
Relógios de Sol, de Nuno Crato, Suzana Metello de Nápoles e Fernando Correia de Oliveira – edição CTTCorreios
Guia do Concelho de Mafra
“Tempo de Pedra” anteriores:
na Igreja de S. João Degolado, Terrugem, Sintra
na Igreja de S. João Baptista, S. João das Lampas, Sintra
na Capela de Santo António, Carvoeira, Mafra
Etiquetas: relógio de sol
Comments:
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Excelente post. As tuas fotografias deixam-me deslumbrada. Tenho um fraquinho por fotografia mas sou um desastre.
Quanto ao adro da Igreja, aqui no meu lugarejo serrano, também se "balha" ao domingo.
Um abraço e beijinhos
Quanto ao adro da Igreja, aqui no meu lugarejo serrano, também se "balha" ao domingo.
Um abraço e beijinhos
Querida Isabel
Obrigado pelo carinho da tua visita e das tuas palavras. Quando fotografamos com amor são imagens sempre importantes. Ahhh os adros das igrejas... penso que na serra algarvia se vive mesmo a tradição.
Beijinhos.
Obrigado pelo carinho da tua visita e das tuas palavras. Quando fotografamos com amor são imagens sempre importantes. Ahhh os adros das igrejas... penso que na serra algarvia se vive mesmo a tradição.
Beijinhos.
Querida Raquel
Essas palavras escritas por quem tem um blogue tão belo e sensual valem mil vezes mais.
Beijinho.
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Essas palavras escritas por quem tem um blogue tão belo e sensual valem mil vezes mais.
Beijinho.
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