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domingo, junho 20, 2010

perigo certeiro



roda a roda sem parar
fonte de perigo certeiro
o sem-fim não pode esperar
a fábrica esta a laborar
o homem é o seu esteiro


gerador de energia da fábrica da pólvora
de Vale de Milhaços
hoje núcleo museológico



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circuito da pólvora negra

Exploração e interpretação do “Circuito da Pólvora Negra” da antiga Sociedade Africana de Pólvora, em Vale Milhaços, concelho do Seixal, incluindo o edifício das caldeiras e da máquina a vapor, cujos equipamentos são conservados em estado de funcionamento por antigos operários.


uma das oficinas da antiga Fábrica da Pólvora


São dois irmãos que moravam em Charneca de Caparica no tempo em que a fábrica da pólvora ainda laborava e que diariamente se deslocavam para o trabalho, grande parte das vezes a pé ou de bicicleta.

António Moura – fogueiro das caldeiras
Francisco Moura – maquinista do gerador de energia

A fábrica da, então, Companhia Africana de Pólvora, depois Sociedade Africana de Pólvora, iniciou a sua laboração no ano de 1898.



Contactos e Informações:
Ecomuseu do Seixal
www.cm-seixal.pt/ecomuseu

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quinta-feira, junho 17, 2010

fornalha do mundo



és do mundo uma fornalha
de sentir incandescente
devoras lenha carvalha
não dás tréguas à escumalha
és fogueira exigente


A Oficina das Ideias recomenda:
Visita ao "Circuito da Pólvora Negra"
antiga Sociedade Africana de Pólvora
Vale de Milhaços - Seixal



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domingo, junho 06, 2010

rainha do mar



tu és a rainha do mar
do equilíbrio e do saber
deixa em tuas águas navegar
aprender, viver, sonhar
em tua magia beber


Iemajá, a rainha do mar, no Centro Interpretativo de Belmonte


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terça-feira, dezembro 08, 2009

roda do equilíbrio




aqui se homenageia Isidoro Jeremias,
o homem que sonhou e criou o Museu Agrícola de Montemor-o-Novo

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segunda-feira, dezembro 07, 2009

um sonho de trinta anos.

No trabalho profissional surgiu, primeiro de forma ténue, depois impondo-se imperiosamente, a necessidade de dar corpo ao sonho de partilhar com os seus semelhantes as peças que com carinho havia ido recolhendo e preservando no decorrer do tempo.

Homem de muitas amizades no mundo rural, desde os grandes agricultores aos estudiosos do tema, governantes e políticos, foi na solidão dos seus tempos livres que construiu o que sempre sonhou. Porque nunca “vendeu” a sua alma, não teve os oportunistas apoios, mas realizou, eventualmente, trabalho único de pesquisa ao realizar uma galeria de todos os “ministros da agricultura” desde os primórdios da I República.



O fundador e proprietário do Museu Agrícola de Montemor-o-Novo
junto à galeria dos ministros da Agricultura



O Museu Agrícola de Montemor-o-Novo, considerado um dos mais belos do género em toda a Europa, é a realização do sonho de Isidoro Jeremias que desde 25 de Agosto de 2001 está publicamente patente, mostrando os milhares de máquinas e alfaias usadas no mundo rural desde 1850.

São alguns milhares de peças em excelente estado de conservação, com destaque para um conjunto de caldeira a vapor, com o respectivo fagulheiro que acciona uma debulhadora e uma enfardadeira todas construídas em ferro.



Uma “cadeia de produção” agrícola – caldeira de vapor, debulhadora, enfardadeira



Com uma área de exposição de cerca de 1.600 metros quadrados que se desenvolve em dois pisos e três salas alberga no seu interior um espólio constituído por diversos milhares de peças, com destaque para os tractores, alfaias, máquinas e utensílios de tracção animal, outros para uso pelos trabalhadores dos campos e um importante acervo de quadros e fotografias sobre a agricultura.



Vista geral do salão de exposição do primeiro piso




Museu Agrícola
Quinta da Casa Velha, Estrada Nacional 4
Montemor-o-Novo
Telefone: 351.266896222
E-mail: museu_agricola_montemor@hotmail.com

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segunda-feira, outubro 19, 2009

os caretos

As fronteiras entre países são linhas imaginárias, na maioria das vezes resultantes de lutas e de guerras, mais quilómetro para cá, mais quilómetro para lá, decidido pelos senhores do poder, sem atentar à vontade das gentes e, mais grave, sem considerar a cultura e tradição de um Povo. Não é de estranhar, pois, que as manifestações populares enraizadas nas tradições pagãs, primeiro, e depois assenhoreadas pelas religiões sejam nessas zonas, manifestações transfronteiriças.



É assim que falamos das Festas de Inverno em Trás-os-Montes e, igualmente, com o mesmo sentido e rituais, dos Mascarados de Invierno de la Provincia de Zamora. E das Festas dos Rapazes, das Festas dos Reis, de El Carnaval e de Los Cencerrones. São os designados “Caretos” na sua mais genuína representação popular.



As Festas de Inverno, associadas às máscaras, incluem rituais milenares transmitidos de geração em geração, assegurando o diálogo entre o presente e o passado e mantendo o espaço de um Povo, ignorando as fingidas fronteiras de conveniência.



Os deuses, os mafarricos, o Chocalheiro da Bemposta, a Festa do Menino e a Festa dos Belhos… e los Demonios de Villanuevade Valrojo. O encantamento feito de ingenuidade e de simplicidade, como simples é o Povo.





Visitem:
Museu Ibérico da Máscara e do Traje
Cidadela – Rua D. Fernão “o Bravo”, 24/26
Bragança
Telefone: 273 381 008

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domingo, junho 07, 2009

museu vinho bairrada

O convite para visitar o Museu Vinho Bairrada havia chegado alguns dias antes, uma gentileza no meu amigo Pedro Dias, director do Museu que a Câmara Municipal da Anadia desde há muito havia sonhado e que em tempos recentes se concretizou. Aliás, o convite havia sido feito para a inauguração da exposição permanente da “Colecção de Saca-Rolhas”, uma das melhores cinquenta de todo o mundo, e constituída em vida pelo comendador Adolfo Roque.

Na impossibilidade de ter estado presente na inauguração da referida exposição foi agora a oportunidade de em boa companhia ir retribuir a gentileza do convite, por isso lá seguimos para terras do leitão assado e do famoso vinho bairradino.

Muito antes de chegarmos ao Museu Vinho Bairrada já os vinhedos em todo o seu esplendor verdejante nos davam as boas vindas e nos recordavam passeios vínicos realizados na região em tempos anteriores, à altura voltados para os espumantes das Caves Aliança, lá por terras de Sangalhos.



Pedro Dias que teve a amabilidade de nos acompanha em toda a visita ao Museu, visita guiada ao mais alto nível, diria eu com alguma vaidade, foi-nos pondo ao corrente das políticas culturais e de integração na região que pretendem efectuar através da acção museológica, especialmente com a realização de diversos eventos de cariz cultural e de exposições de artes plásticas, se possível envolvendo o conceito “o vinho”.

Neste momento decorrem as exposições temporárias de:
Paco Pestana : IVA INCLUIDO: AMÉN (de 23 de Maio a 31 de Outubro de 2009)
Rico Sequeira: ILUMINAÇÔES E SOMBRAS EM HONRA DO VINHO (de 23 de Maio a 31 de Outubro de 2009)

Percorremos depois toda a zona de exposição permanente do Museu onde podemos apreciar variadíssimas peças relacionadas com a vinha e com o vinho, algumas delas autênticas raridades como é o caso de um lagar de pisa de uva todo construído em madeira e que deve datar de cerca do séculos XVII/XVIII.



Um circuito de grande interactividade mostra-nos as diferentes fases do ciclo do vinho distribuídas pelas seguintes áreas:
A Vinha
A Vindima
Vinificação – Caves e Adegas
Vinificação – Espumante
Prova de Vinhos
Roteiro Turístico da Região


No final deste circuito de encantamento encontramos a exposição permanente da Colecção de Saca-Rolhas do Comendador Adolfo Roque, cedida por vontade do próprio em vida e por protocolo estabelecido com os herdeiros ao Museu do Vinho Bairrada.



a maior taça de espumante do mundo "flute"




Museu Vinho Bairrada
Av. Eng. Tavares da Silva
3780 - 203 Anadia
Telefone: 231 519 780
[encerra às segundas-feiras]

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sexta-feira, novembro 28, 2008

que horas são?

José Saramago na contracapa do seu mais recente romance A Viagem do Elefante transcreve um interessante pensamento de O Livro dos Itinerários:

Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam

Nada mais adequado...

Muito recentemente, fruto das atribulações de um viajante que percorre caminhos na procura de mais saber, no conhecimento de gentes e sítios, chegámos inesperadamente à cidade de Serpa, no Baixo Alentejo, cidade de gente hospitaleira, para uns terra da bela princesa Serpínia, para outros da “alada serpente” símbolo de pagã beleza. Chegámos tarde com o sol de Outono já poente, embora seja sítio de merecer visita tranquila e com tempo pelo muito que tem para nos ensinar.

No nosso subconsciente bailava a visita necessária ao Museu do Relógio, nós que tanto gostamos de poetar o “tempo que passa”, museu nascido do sonho, da vontade e do querer de um homem, António Tavares d’Almeida. Contudo, a hora tardia da chegada tornava difícil realizar esse nosso desejo.

Resolvemos aproveitar o tempo para uma visita à Praça da República, recordámos que por aí haviam passado os nossos amigos Chico Lobo e Pedro Mestre (viola caipira e viola campaniça) aquando do Encontro de Culturas, e às ruas estreitinhas cheias de tradição que dela irradiam.

Passámos à porta do Convento do Mosteirinho onde está instalado o Museu do Relógio desde Abril de 1995, o mais belo e completo do género na Península Ibérica. E a magia aconteceu...



Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam

Como se por nós esperasse ali estava à porta do Museu do Relógio a simpática e amável Adélia Palma que de imediato se prontificou a guiar-nos pelos “400 Anos da Relojoaria em Portugal”, embora a hora já fosse tardia. Ficar-lhe-emos sempre gratos pelos caminhos da magia e do encantamento por onde nos conduziu.

De sala em sala, de tema em tema, fomos apreciando largas centenas de peças de relojoaria, muitas das quais fazendo parte do nosso imaginário de vida. Aqui e ali ficávamos um pouco mais de tempo a apreciar uma peça que nos dizia algo mais. O relógio de parede das “escolas do Centenário” que controlou o nosso tempo lectivo durante os primeiros quatro anos de escolaridade, o maior relógio de bolso, o relógio específico para o jogo de golfe, o que era transportado nas diligências ou aquele Omega igual ao que os astronautas levaram à Lua.

A visita havia terminado. Para a Adélia somente poderíamos deixar um beijinho de agradecimento e o desejo de em breve voltarmos.

Depois... quedamo-nos à conversa com o Eugénio d’Almeida, jovem mestre relojoeiro cujo prazer de conversar sobre restauro, sobre contadores de tempo antigos e complicados faz que não haja relógio que controle o tempo que passa. Ficou uma vontade imensa de voltar...

MUSEU DO RELÓGIO
Convento do Mosteirinho (junto à Praça da República) – Serpa
Telefone: (+351) 284543194
www.museudorelogio.com



nota final: já na rua conversávamos entre nós “aquele jovem mestre relojoeiro é com certeza filho do fundador do Museu, António Tavares d’Almeida”; uma consulta ao cartão que nos tinha entregue confirmou termos estado a conversar com o natural seguidor desta tão importante iniciativa cultural.

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sábado, julho 19, 2008

livro de pedra

Ave Amici!

Assim somos saudados à chegada ao Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas por uma mulher em trajes romanos que acrescenta:

Deus Mercúrio aqui os conduziu, que ele lhes proporcione uma excelente estadia e visita!

No firmamento a Lua na sua plenitude de luminosidade, acabada de sair de Lua Cheia, ilumina o espaço exterior cujos trilhos estão marcados por archotes, chamas de fogo vivo, fixados ao solo ou transportados por figurantes trajados à romana.

Serão os mesmos que durante o percurso que fazemos no espaço de exposição designado “Basílica Romana”, sala de epigrafia latina, com o recurso a iluminação tradicional, lêem em latim e em voz alta algumas das inscrições mais significativas que mostram a forma como a região foi habitada, ao tempo de Octaviano, herdeiro do Divino César, que atribuiu a Olisipo, a actual Lisboa, o estatuto de “Município de Cidadãos Romanos”, atendendo a nela viverem gentes oriundas das mais diversificadas regiões do Império.

A leitura em voz alta, pelo reduzido número de pessoas que tinham esse saber, era uma prática da Antiguidade Clássica que é agora aqui recriada.

O território deste “Município de Cidadãos Romanos” embora centrado em Olisipo era muito vasto, incluindo toda a Baixa Estremadura a sul de Montejunto e a norte da Arrábida. As elites municipais viveriam de um modo geral fora da cidade de Lisboa, em grandes propriedades rurais, muitas delas situadas na actual região de Sintra.

Em latim é, igualmente, feita uma alusão à importância de Sintra, cuja serra, o Monte da Lua, estabelece com o Promontorium Barbarico, o Cabo Espichel da actualidade, importantes referências culturais desta região tão rica de tradições.


Percorremos a “via romana” marcada por linhas de candeias de azeite com a recomendação de que esta linha nunca deverá ser ultrapassada pois ela marca a fronteira entre a vida e a morte, entre o caminho de luz e o espaço de ninguém.

Nesta visita teatralizada ao “Livro de Pedra” percorremos igualmente o “Cronos Devorator”, evocando o deus Chronos que devora os seus próprios filhos, como devorará os visitantes que devem apressar os seus passos embora sejam tentados a permanecer atraídos pelas sonoridades de uma harpa celta obtidas pela arte de Ana Rita Borges, mas sempre acossados a andar rápido pela insistência de um cidadão “romano”.


Completamos esta leitura do “Livro de Pedra” caminhando pela “Necrópole Medieval”, onde encontramos diversos apontamentos ilustrativos de variados tipos de necrópoles medievais e tardo-medievais existentes em Sintra e no seu Termo; pelo “Gabinete Lapidar” onde fazemos a “leitura” da história da prática da ciência epigráfica; pelo “Otium Fecundum” sala destinada ao lazer... ao “lazer fecundo”, como o entendiam os romanos, “tempo para descontrair, mas recriando e edificando o espírito”; pelo “Fines” para terminarmos a visita, onde encontramos as lápidas que serviram para delimitar, terrenos e espaços, marcos fronteiriços, as “caravelas” demarcadoras de Lisboa e muitos marcos de particulares propriedade.

"FINES"


Para saber mais:
“Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas”, Textos de José Cardim Ribeiro, fotografias de José Antunes / João Cardoso / Giorgio Bordino, publicação da Câmara Municipal de Sintra.

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segunda-feira, fevereiro 04, 2008

museu da escrita do sudoeste

A mais antiga escrita conhecida no território que é hoje Portugal tem mais de dois mil e quinhentos anos e está identificada em documentos encontrados em particular na região sul, mormente, na região interior que abrange Almodôvar e os municípios vizinhos.

Estes documentos são, de um modo geral, constituídos por placas de xisto de dimensões diversas, com uma das faces muito lisa e onde se encontram gravados símbolos que constituem a chamada escrita “do sudoeste peninsular”, “tartéssica”, “sud-lusitana” ou “do Algarve”.

Em casos excepcionais as inscrições são acompanhadas por imagens, como é o caso da estela encontrada em Abóbada, Freguesia de Gomes Aires, do Concelho de Almodôvar.



O Museu da Escrita do Sudoeste, situado em Almodôvar, o MESA, é o ponto de partida para o conhecimento e compreensão de uma vasta área do sudoeste peninsular e que abrange parte do território de Portugal e de Espanha.

Está instalado num edifício de arquitectura contemporânea devidamente integrado no núcleo antigo de Almodôvar, perto da Torre do Relógio e pretende ser o polo dinamizador do estudo deste património ímpar, a Escrita do Sudoeste Peninsular.



Na visita ao Museu fomos recebidos com simpatia por Suzana Lúcio que nos reservava duas agradáveis surpresas: a primeira, o facto da visita ser gratuita e não haver qualquer impedimento à obtenção de fotografias; a segunda, à saída, a oferta de um bonito saco “Almodôvar, a Arte do Pão” com lembranças deste núcleo museológico.

Mas uma outra agradável surpresa nos estava reservada: a presença do arqueólogo Dr. Rui Cortes, uma das pessoas mais empenhadas na criação e dinamização do Museu da Escrita do Sudoeste, que de imediato se prontificou a proporcionar-nos uma visita guiada de excelência.



Enriquecedor conhecimento nos foi dado por Rui Cortes que nos entusiasmou com o seu profundo saber sobre a forma ancestral que os povos que habitavam este território há mais de 2500 anos usavam para comunicar entre si.



Museu da Escrita do Sudoeste Almodôvar – MESA
Rua do Relógio (junto à Torre do Relógio)
Almodôvar – Telefone: 286660600
Horário
Terça a Sábado – das 10 às 13:00 e das 14 às 18:00 horas


Outras consultas
Guia do Museu da Escrita do Sudoeste, edição da Câmara Municipal de Almodôvar
Folheto “Almodôvar, 2500 anos de escrita”
Desdobrável “Museu da Escrita do Sudoeste Almodôvar”
Escrita do Sudoeste em Wikipedia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita_do_sudoeste
Finalmente desvendado o mistério... – http://geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/8065/

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sexta-feira, outubro 19, 2007

museu da escrita do sudoeste

Com a inauguração em Almodôvar, distrito de Beja, no passado dia 29 de Setembro, do Museu da Escrita do Sudoeste, foi dado um passo importante na divulgação das pesquisas e estudos sobre da origem da escrita, tal como hoje a conhecemos com base alfabetiforme.

A colecção permanente do Museu é constituída por significativo espólio de estelas onde se encontram gravados signos que são tidos como inscrições de Escrita Tartéssica, ou Escrita do Sudoeste como também é conhecida.

Esta escrita é, considerada pelos estudiosos sobre a matéria, a mais antiga escrita da Península Ibérica, existindo desde os primórdios da ocupação do território mais a Ocidente da Europa, tendo dela chegado testemunhos inequívocos do facto.

Fica, assim, por terra a teoria de que a primeira escrita praticada na Península teria sido “inventada” pelos Feníncios que para cá a haviam trazido aquando da sua ocupação peninsular.

O Museu da Escrita do Sudoeste, em Almodôvar, vai ser brevemente visitado pelo pessoal desta Oficina e com todos partilharemos os nossos sentires da viagem.

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